
Consórcio de casa e apartamento: como funciona
Como funciona o consórcio para comprar casa ou apartamento, novo ou usado, sem juros e com FGTS. Veja exemplos de parcela e simule grátis.
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- Sem juros
- Simulação grátis
- Atendimento humano
No consórcio de imóvel você junta-se a um grupo, paga parcelas sem juros e, quando é contemplado por sorteio ou lance, recebe a carta de crédito para comprar à vista a casa ou o apartamento, novo ou usado, em qualquer cidade do Brasil.
Para quem é o consórcio de casa e apartamento
O consórcio de imóvel residencial é para quem quer comprar a casa própria sem pagar juros e consegue planejar a compra com alguma antecedência. Ele compensa mais para três perfis: quem paga aluguel e tem FGTS ou alguma reserva para dar lance, quem quer trocar de imóvel nos próximos anos e quem já tem financiamento e quer trocar juros por taxa de administração. Se você precisa das chaves no mês que vem e não tem nada para lance, o consórcio não é o caminho mais rápido. A contemplação vem por sorteio ou lance, e ninguém pode prometer a data.
A vantagem principal é o custo. No lugar dos juros do financiamento, você paga uma taxa de administração diluída no prazo, mais fundo de reserva e seguro, quando houver. Veja como essas taxas funcionam em taxa de administração e fundo de reserva.
O que dá para comprar com a carta de imóvel residencial
Com a carta contemplada, você compra à vista e negocia como comprador à vista, o que costuma abrir espaço para desconto. As opções mais comuns são:
- Casa ou apartamento usado: o caso mais simples. O imóvel passa por avaliação de engenharia e análise jurídica, e o dinheiro vai direto para o vendedor na assinatura da escritura. Tem detalhes em consórcio de imóvel usado.
- Imóvel novo, pronto para morar: compra direta da construtora ou do proprietário, com o mesmo processo de avaliação.
- Imóvel na planta: muitas administradoras aceitam, mas o pagamento à construtora segue regras próprias. Em geral, a carta paga o que já foi construído, e o restante é liberado conforme a obra avança ou fica retido até o habite-se. Confirme isso no contrato antes de entrar no grupo.
- Quitar o financiamento do imóvel que você já tem: a carta pode ser usada para pagar o saldo devedor no banco, tanto em contrato do SFH quanto do SFI. Você troca uma dívida com juros por parcelas do consórcio. Veja o passo a passo em consórcio para quitar financiamento.
- Imóvel em outra cidade ou estado: a carta vale em todo o Brasil, desde que o imóvel tenha matrícula regular.
Se a carta for maior que o imóvel, a sobra pode ser usada em despesas ligadas à compra, como ITBI e escritura, ou abatida no saldo, conforme o regulamento do grupo. Se for menor, você completa com recursos próprios ou com FGTS.
O que normalmente não dá
- Imóvel sem matrícula, só com contrato de gaveta ou com posse sem registro.
- Imóvel com pendência que impeça a escritura: penhora, inventário não concluído, usufruto não resolvido.
- Imóvel que a avaliação considerou abaixo do valor que você quer pagar. A carta libera até o valor avaliado.
- Comprar de parente próximo em algumas administradoras, que pedem análise extra ou proíbem.
Como usar o FGTS no consórcio de imóvel
O FGTS pode entrar no consórcio residencial em três momentos: no lance, para completar a carta na hora da compra e para amortizar ou quitar parcelas depois da contemplação. As regras são as do próprio FGTS para moradia:
- pelo menos 3 anos de trabalho com carteira assinada, somando todos os empregos;
- o imóvel tem de ser residencial, urbano, para sua moradia, na cidade onde você mora ou trabalha (ou região metropolitana);
- você não pode ter outro imóvel residencial na mesma cidade nem financiamento ativo do SFH em qualquer lugar do país;
- o imóvel precisa estar dentro do teto do SFH vigente na data da operação.
Imóvel comercial, terreno sem construção e imóvel rural ficam fora. Explicamos cada caso em FGTS no consórcio e em consórcio aceita FGTS como lance.
Documentação e avaliação do imóvel
Depois da contemplação, a administradora analisa você e o imóvel. De você, pede renda compatível com a parcela e documentos pessoais. Do imóvel, pede:
- matrícula atualizada do cartório de registro de imóveis, com ônus reais;
- certidões do vendedor (cíveis, trabalhistas, protesto), para evitar que a venda seja contestada;
- IPTU em dia e, em apartamento, declaração de quitação do condomínio;
- laudo de avaliação feito por engenheiro indicado pela administradora.
O imóvel fica alienado à administradora até você terminar de pagar o grupo. É a garantia do restante das parcelas. Mais em garantias do consórcio.
Consórcio ou financiamento SFH e SFI: exemplo de custo total
O financiamento pelo SFH tem limite de valor e de juros e permite usar o FGTS. Acima do teto, o banco usa o SFI, com juros livres. Nos dois casos, você paga juros sobre o saldo durante todo o contrato. Veja a comparação com números de exemplo:
| Exemplo, imóvel de R$ 300 mil | Consórcio | Financiamento (hipótese) |
|---|---|---|
| Taxas | 22% no total (administração e fundo de reserva) | juros de 11% ao ano + TR, hipótese para o exemplo |
| Prazo | 200 meses | 360 meses, com 20% de entrada |
| Parcela | cerca de R$ 1.830 | começa perto de R$ 2.900 (SAC) e cai |
| Total pago | cerca de R$ 366 mil | mais de R$ 600 mil, somando entrada |
A conta é ilustrativa: o consórcio não tem juros, mas a carta é reajustada por índice anual, e o financiamento entrega o imóvel na hora. Faça sua conta no comparador consórcio x financiamento ou leia consórcio ou financiamento.
Estratégias de lance e prazo
No imóvel, o prazo longo deixa a parcela leve, mas a espera pelo sorteio pode ser grande. Por isso o lance pesa tanto. Três caminhos comuns:
- Lance com FGTS: para quem cumpre as regras, é o jeito de antecipar sem tirar dinheiro do bolso.
- Lance embutido: parte da própria carta vira lance. Você recebe menos crédito, então escolha uma carta um pouco maior. Veja lance embutido.
- Lance livre com reserva: quem guardou dinheiro oferece um percentual acima da média do grupo.
Antes de definir o valor, teste na calculadora de lance e leia o guia de lance no consórcio. Se o foco é a faixa de valor, compare imóvel de 200 mil, 300 mil e 500 mil.
Consórcio de casa: como funciona, passo a passo
O consórcio para comprar casa segue sempre o mesmo caminho, do primeiro mês até a escritura:
- Simulação: você escolhe o valor da carta, perto do preço do imóvel que quer, e o prazo que deixa a parcela confortável.
- Adesão: assina o contrato com a administradora e paga a primeira parcela. A partir daí você concorre nas assembleias mensais.
- Contemplação: por sorteio ou por lance. O lance vencedor é o maior percentual oferecido naquele mês, segundo as regras do grupo.
- Escolha do imóvel: com a carta liberada, você procura a casa sem pressa. Muitas administradoras dão um prazo para indicar o imóvel, e o crédito fica rendendo enquanto isso.
- Análise e escritura: a administradora avalia o imóvel e a sua renda, você assina a escritura e o vendedor recebe à vista.
- Parcelas até o fim: você mora no imóvel e continua pagando as parcelas, que são reajustadas uma vez por ano pelo índice do contrato.
Consórcio de apartamento: como funciona
O consórcio de apartamento funciona igual ao de casa, com três pontos a mais na análise: a declaração de quitação do condomínio, a convenção do prédio e, em imóvel novo, o habite-se e a individualização da matrícula da unidade. Vaga de garagem com matrícula própria pode ser comprada junto, na mesma escritura. Se o apartamento for na planta, confirme antes como a administradora paga a construtora.
Cuidados antes de assinar
- Leia a taxa de administração total, o fundo de reserva, o seguro e o índice de reajuste. Some tudo, não olhe só a parcela.
- Pergunte como o grupo trata imóvel na planta e quitação de financiamento, se esse for seu plano.
- Veja o histórico de lances do grupo, quando a administradora informar.
- Escolha administradora autorizada pelo Banco Central. O Plano Carta compara opções de várias administradoras com você pelo WhatsApp.
- Não confie em quem promete data de contemplação. Isso não existe em grupo de consórcio.
Quer ver os números para o seu caso? Use o simulador e fale com a gente.
Quanto fica a parcela
| Carta de crédito | 180 meses | 200 meses | Total pago |
|---|---|---|---|
| R$ 100.000 | R$ 678 | R$ 610 | R$ 122.000 |
| R$ 300.000 | R$ 2.033 | R$ 1.830 | R$ 366.000 |
| R$ 600.000 | R$ 4.067 | R$ 3.660 | R$ 732.000 |
Exemplo ilustrativo: taxa de administração de 20% e fundo de reserva de 2% sobre a carta, divididos pelo prazo. Sem seguro e sem reajuste anual. As condições reais mudam de acordo com a administradora e o grupo.
Dúvidas sobre o consórcio de casa ou apartamento
Consórcio de casa é bom?
É bom para quem pode esperar a contemplação e quer pagar menos que no financiamento. Num exemplo de carta de R$ 300 mil com 22% de taxas, o total fica perto de R$ 366 mil, sem juros. Não é bom para quem precisa do imóvel já e não tem lance.
Consórcio de casa: o que é e como funciona?
É um grupo de pessoas que pagam parcelas mensais para formar um fundo, e a cada mês algumas são contempladas por sorteio ou lance. Quem é contemplado recebe a carta de crédito e compra a casa ou o apartamento à vista. Você continua pagando as parcelas até o fim do grupo.
Qual o melhor consórcio de casa?
O melhor é o que tem a menor taxa total para o seu prazo, administradora autorizada pelo Banco Central e regras claras de lance. Compare taxa de administração, fundo de reserva, seguro e índice de reajuste. O Plano Carta faz essa comparação entre várias administradoras com você.
Como fazer consórcio de casa?
Você escolhe o valor da carta e o prazo, faz a simulação, assina o contrato com a administradora e paga a primeira parcela. A partir daí participa das assembleias mensais. Pelo Plano Carta, tudo é feito pelo WhatsApp, com atendimento humano.
Quanto custa um consórcio de casa?
Depende da carta, do prazo e das taxas. Num exemplo de carta de R$ 300 mil em 200 meses com 22% no total, a parcela fica perto de R$ 1.830. Para R$ 200 mil no mesmo prazo, perto de R$ 1.220.
Tem como fazer consórcio de apartamento?
Tem. A carta de imóvel residencial serve para casa ou apartamento, novo, usado ou na planta, em qualquer cidade do Brasil. O apartamento só precisa ter matrícula regular e passar na avaliação da administradora.
Consórcio de casa existe mesmo?
Existe e é regulado pela Lei 11.795/2008, com fiscalização do Banco Central. As administradoras precisam de autorização para operar. Antes de assinar, confira se a administradora está autorizada.
Vale a pena comprar consórcio de imóveis?
Vale a pena se você comparar o custo total e tiver paciência ou lance. No consórcio você paga taxa de administração no lugar dos juros, o que costuma dar um total bem menor que o financiamento. A contrapartida é não saber o mês exato da contemplação.
Posso usar o FGTS no consórcio de imóvel?
Pode, se cumprir as regras do FGTS para moradia: 3 anos de carteira, imóvel residencial urbano na cidade onde mora ou trabalha e nenhum outro imóvel na cidade nem financiamento do SFH. O FGTS pode ir no lance, completar a carta ou abater parcelas.
Consórcio de imóvel serve para comprar na planta?
Serve na maioria das administradoras, mas o pagamento à construtora tem regras. Em geral, a carta paga o que já foi construído e o restante é liberado conforme a obra ou após o habite-se. Confirme no contrato antes de entrar no grupo.
Dá para quitar o financiamento do imóvel com consórcio?
Dá. Depois da contemplação, a carta paga o saldo devedor no banco, em contrato do SFH ou do SFI, e você passa a pagar só as parcelas do consórcio. Compensa quando o saldo ainda tem muitos anos de juros pela frente.
Onde fazer consórcio de casa?
Em uma administradora autorizada pelo Banco Central, direto ou com ajuda de quem compara opções. O Plano Carta atende em todo o Brasil pelo WhatsApp e trabalha com várias administradoras, para você escolher a que tem melhor custo para o seu caso.
Quer saber quanto fica a sua parcela?
Simulação grátis, sem compromisso. A gente responde no WhatsApp.



