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Consórcio de viagem

Consórcio de viagem nacional ou internacional sem juros: passagens, hotel e pacote. Veja exemplos de parcela e simule grátis pelo WhatsApp.

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  • Sem juros
  • Simulação grátis
  • Atendimento humano

Com o consórcio de viagem você planeja a viagem dos sonhos sem juros. A carta paga passagens, hospedagem e pacote em agência, no Brasil ou no exterior.

Exemplo: carta de R$ 20.000R$ 667/mêsem 36 meses, sem juros

Para quem é o consórcio de viagem e quando compensa

O consórcio de viagem é para quem sabe que vai viajar daqui a um ou dois anos e prefere juntar o dinheiro com disciplina, sem pagar juros. Ele faz parte do consórcio de serviços: você entra num grupo, paga uma parcela por mês e, quando é contemplado por sorteio ou lance, recebe uma carta de crédito para pagar a viagem.

Compensa mais em três situações. A primeira é a viagem planejada com antecedência, como as férias em família do ano que vem, a lua de mel ou aquela viagem para a Europa ou o Japão que você vem adiando. A segunda é quem já pagaria a viagem parcelada de qualquer jeito: se a parcela vai existir, melhor que seja sem juros. A terceira é quem tem dificuldade de guardar dinheiro sozinho. A parcela fixa no mês funciona como uma poupança obrigatória, com a vantagem de que você pode ser contemplado antes do fim do prazo.

Não compensa quando a viagem é daqui a dois ou três meses e você não tem lance. Nesse caso a contemplação pode não sair a tempo, e o consórcio vira só uma poupança cara. Veja quanto tempo costuma levar em quanto tempo demora para ser contemplado.

O que dá para pagar com a carta de viagem

A carta paga despesas de turismo contratadas com empresas que emitem nota fiscal. Na prática, os usos mais comuns são:

  • Pacote completo em agência: aéreo, hotel, traslado e passeios num só contrato. É o caminho mais simples, porque a agência emite uma nota só.
  • Passagens aéreas e hospedagem: em muitos grupos dá para pagar a companhia aérea e o hotel separadamente, desde que cada um emita nota.
  • Cruzeiro: o cruzeiro é vendido como pacote, então costuma entrar sem dificuldade.
  • Viagem internacional: Disney, Europa, Japão, Caribe. O pagamento é feito à agência no Brasil, em reais. Veja detalhes em consórcio de viagem internacional.
  • Lua de mel e viagem em família: dá para somar a carta de viagem com a de casamento, cada uma pagando a sua parte.
  • Intercâmbio: alguns grupos aceitam, quando a agência de intercâmbio emite nota pelo curso e pela hospedagem.

O que não dá ou depende do grupo

  • Dinheiro na mão para gastar na viagem: a carta não vira dinheiro vivo nem câmbio para levar no bolso. Ela paga fornecedores.
  • Compras de pessoa física: aluguel de temporada direto com o dono, sem empresa e sem nota, normalmente não é aceito.
  • Despesas avulsas no destino: restaurantes, compras e ingressos pagos lá fora ficam de fora, a menos que estejam no pacote.
  • Reembolso de viagem já feita: a regra é pagar um serviço futuro, não devolver o que você já gastou.

Cada administradora tem o seu regulamento. Antes de assinar, peça a lista do que é aceito. O guia o que dá para comprar com a carta explica as regras gerais.

Como a carta paga a agência

  1. Você é contemplado e recebe o aviso da administradora.
  2. Escolhe a agência ou a companhia e monta o orçamento da viagem, com datas, nomes dos passageiros e valor.
  3. Envia o orçamento, os dados da empresa (CNPJ e conta) e os seus documentos para a administradora.
  4. A administradora analisa o seu cadastro e o fornecedor. Estando tudo certo, paga direto à agência.
  5. A agência emite os vouchers, as passagens e a nota fiscal.

Se a viagem custar menos que a carta, a sobra pode ser usada em outro serviço ou abater parcelas, conforme o contrato. Se custar mais, você paga a diferença direto à agência. Entenda o uso da carta em carta de crédito.

Consórcio de viagem x empréstimo pessoal x parcelado no cartão

A comparação justa é com o jeito que a maioria das pessoas paga uma viagem cara: empréstimo pessoal ou pacote parcelado no cartão com juros. Veja um exemplo com uma viagem de R$ 20 mil.

Exemplo (R$ 20 mil)ParcelaPrazoTotal pagoCusto além do valor
Consórcio, 20% de taxas no totalR$ 66736 mesesR$ 24.000R$ 4.000
Empréstimo pessoal, hipótese de 4% ao mêsR$ 1.31224 mesesR$ 31.482R$ 11.482
Parcelado no cartão, hipótese de 8% ao mêsR$ 2.65412 mesesR$ 31.847R$ 11.847

São exemplos. As taxas de juros acima são hipóteses para comparar, não ofertas reais, e o consórcio pode ter reajuste e seguro. A diferença principal é o momento: no empréstimo e no cartão você viaja agora e paga juros; no consórcio você paga menos, mas viaja quando for contemplado. Faça a sua conta no comparador consórcio x financiamento.

Quanto de carta escolher: três exemplos de viagem

O valor da carta deve cobrir o orçamento completo da agência, com uma folga para o aumento de preço até a contemplação. Veja três cenários ilustrativos, com parcela calculada com 20% de taxas no total, sem seguro e sem reajuste:

  • Família de quatro pessoas no Nordeste, sete noites: aéreo, hotel com café e traslado somam, como exemplo, R$ 15 mil. Uma carta de R$ 15 mil em 36 meses dá cerca de R$ 500 por mês.
  • Casal na Europa por 15 dias: pacote com aéreo, hotéis e trem entre cidades, como exemplo, R$ 30 mil. Uma carta de R$ 30 mil em 36 meses fica perto de R$ 1.000 por mês.
  • Família na Disney: pacote com ingressos dos parques, hotel e aéreo, como exemplo, R$ 40 mil. Em 36 meses, cerca de R$ 1.333 por mês; em grupos mais longos, a parcela cai.

Como a viagem é paga em reais à agência, o que importa é o preço em reais no dia da compra. Se o destino é cotado em dólar ou euro, escolha uma carta 10% a 15% acima do orçamento de hoje, por segurança.

Quem pode fazer e como é a análise de crédito

Qualquer pessoa maior de idade com CPF pode entrar num grupo de viagem, e empresas com CNPJ também, para viagens de incentivo ou de equipe. Na adesão, a análise costuma ser simples. A análise mais completa acontece na contemplação, antes do pagamento à agência, porque a administradora precisa saber se você consegue continuar pagando as parcelas que faltam. Quem está com restrição no nome pode ter dificuldade nessa etapa. Entenda em consórcio com nome sujo.

Também vale pensar no seguro de vida do grupo, que quita o saldo em caso de morte do titular, e na possibilidade de transferir a cota se os planos mudarem. Se você desistir, recebe o que pagou de fundo comum conforme as regras do contrato, e não na hora.

Estratégia de prazo e lance para não perder a data

Viagem tem data, e isso muda a estratégia. Algumas regras práticas:

  • Entre com folga: o ideal é fechar o consórcio 12 a 24 meses antes da viagem. Quanto mais assembleias antes da data, mais chances de sorteio.
  • Prazo curto: grupos de 24 a 36 meses têm parcela maior, mas terminam mais cedo. Se você não for sorteado, ainda quita antes de uma data distante.
  • Planeje um lance: o 13º, as férias ou uma reserva podem virar um lance quando a data se aproxima. Entenda como funciona em lance no consórcio e teste valores na calculadora de lance.
  • Compre a passagem perto da contemplação: não feche a viagem com cartão antes de ser contemplado contando com a carta, porque ela não reembolsa.

Cuidados antes de assinar

  • Confira a taxa de administração total e o fundo de reserva. Entenda em taxa de administração.
  • Pergunte qual índice reajusta a carta e as parcelas. Viagem internacional varia com o dólar e o euro, e o reajuste pode não acompanhar o câmbio.
  • Confirme se a sua agência preferida aceita receber da administradora.
  • Leia as regras de desistência, para saber o que acontece se os planos mudarem.
  • Desconfie de quem promete contemplação em data certa. Ninguém sabe quando sai o sorteio.

O Plano Carta trabalha com várias administradoras e compara grupos de viagem para você pelo WhatsApp, com atendimento humano. Comece pelo simulador com o valor da sua viagem.

Quanto fica a parcela

Exemplos de parcela do consórcio de viagem
Carta de crédito24 meses36 mesesTotal pago
R$ 10.000R$ 500R$ 333R$ 12.000
R$ 20.000R$ 1.000R$ 667R$ 24.000
R$ 40.000R$ 2.000R$ 1.333R$ 48.000

Exemplo ilustrativo: taxa de administração de 18% e fundo de reserva de 2% sobre a carta, divididos pelo prazo. Sem seguro e sem reajuste anual. As condições reais mudam de acordo com a administradora e o grupo.

Simule com o seu valor

Dúvidas sobre o consórcio de viagem

Consórcio de viagem existe?

Existe. Ele faz parte do consórcio de serviços, regulado pela Lei 11.795/2008, e a carta de crédito paga pacotes, passagens e hospedagem em empresas que emitem nota fiscal. Você paga parcelas sem juros e usa a carta quando for contemplado.

Consórcio de viagem vale a pena?

Vale para quem planeja a viagem com pelo menos um ano de antecedência. Num exemplo de R$ 20 mil, o consórcio custa cerca de R$ 4 mil em taxas, contra mais de R$ 11 mil de juros num empréstimo pessoal com hipótese de 4% ao mês. Para viagem em poucos meses, só faz sentido com lance.

Tem como fazer consórcio de viagem?

Tem, e o processo é igual ao de outros consórcios. Você escolhe o valor da carta e o prazo, entra num grupo e paga as parcelas. O Plano Carta compara grupos de várias administradoras e mostra as opções pelo WhatsApp.

Como fazer consórcio de viagem?

Primeiro defina quanto a viagem vai custar e quando quer viajar. Depois escolha uma carta com esse valor e um prazo que combine com a data, faça a simulação e assine a adesão com a administradora. A partir daí você participa das assembleias mensais.

Como funciona o consórcio de viagem?

Funciona como qualquer consórcio: todo mês os participantes pagam a parcela e, na assembleia, alguns são contemplados por sorteio ou lance. O contemplado recebe a carta de crédito, monta a viagem com uma agência e a administradora paga direto a ela.

Quanto fica a parcela de um consórcio de viagem?

Como exemplo, uma carta de R$ 20 mil em 36 meses, com 20% de taxas no total, dá cerca de R$ 667 por mês, sem seguro e sem reajuste. Uma carta de R$ 10 mil no mesmo prazo fica perto de R$ 333. Simule com o valor da sua viagem.

Dá para fazer consórcio de viagem internacional?

Dá. A carta paga a agência no Brasil, em reais, por pacotes para Disney, Europa, Japão ou qualquer destino. Lembre que o preço em dólar ou euro pode subir até a contemplação, então vale escolher uma carta com alguma folga.

A carta paga a viagem de qualquer agência?

Paga agências, companhias aéreas, hotéis e operadoras com CNPJ que emitam nota fiscal e aceitem receber da administradora. Antes de escolher o grupo, confirme com a agência preferida se ela trabalha com carta de consórcio.

E se a contemplação sair depois da data da viagem?

Esse é o principal risco do consórcio de viagem. Para reduzir, entre com 12 a 24 meses de antecedência, escolha um prazo curto e reserve um valor para dar lance perto da data. Se não der, você remarca a viagem e usa a carta depois.

Posso pegar o dinheiro da carta de viagem?

Não. A carta de viagem paga os fornecedores do serviço e não vira dinheiro na conta. Se a viagem custar menos que a carta, a sobra segue as regras do contrato, como uso em outro serviço ou abatimento de parcelas.

Qual o melhor consórcio de viagem?

O melhor é o que tem taxa total menor, prazo compatível com a sua data e um bom histórico de contemplações no grupo. Compare a taxa de administração, o fundo de reserva e o índice de reajuste, e não apenas o valor da parcela.

Quer saber quanto fica a sua parcela?

Simulação grátis, sem compromisso. A gente responde no WhatsApp.

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