
Consórcio de energia solar
Consórcio de energia solar para instalar placas fotovoltaicas em casa, empresa ou propriedade rural, sem juros. Simule a parcela grátis.
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- Sem juros
- Simulação grátis
- Atendimento humano
Com o consórcio de energia solar você instala o sistema fotovoltaico sem juros. Em muitos casos a economia na conta de luz ajuda a pagar a própria parcela.
Para quem é o consórcio de energia solar e quando compensa
O consórcio de energia solar é para quem quer instalar placas fotovoltaicas em casa, no comércio ou na propriedade rural e prefere pagar sem juros. Você paga parcelas mensais e, ao ser contemplado, usa a carta de crédito para pagar a empresa integradora, que projeta, fornece e instala o sistema. Dependendo da administradora, ele entra no consórcio de serviços, no de bens móveis ou no de imóveis.
Compensa para quem tem conta de luz alta e não tem pressa, porque o consórcio é a forma de pagar o sistema com custo menor. Também é interessante para empresas e produtores rurais que querem reduzir um custo fixo sem endividamento com juros. Não compensa para quem quer instalar já e não tem lance: nesse caso, cada mês sem o sistema é um mês pagando a conta cheia. Veja o passo a passo em consórcio energia solar: como funciona.
O que a carta paga
- Sistema fotovoltaico residencial: painéis, inversor, estrutura de fixação e cabos.
- Projeto e homologação: o projeto elétrico e o pedido de conexão junto à distribuidora de energia, quando fazem parte do contrato da integradora.
- Instalação e mão de obra.
- Energia solar para empresa e comércio: sistemas maiores, em telhado ou em solo.
- Propriedade rural: sistema para casa, irrigação, ordenha ou bombeamento de água.
- Baterias e ampliação: em alguns grupos, quando vendidas pela integradora com nota.
O que não dá ou depende do grupo
- Equipamento comprado de pessoa física ou sem nota: não entra.
- Reforma do telhado: se o telhado precisar de reforço, pode exigir uma carta de reforma ou ser paga à parte.
- Dinheiro para você comprar peça por peça: a carta paga o fornecedor, não vai para a sua conta.
- Usina para revender energia: projetos de investimento podem ter regras próprias; confirme antes.
Saiba mais em existe consórcio de energia solar.
Documentos e avaliação
Na contemplação, a administradora costuma pedir:
- Proposta comercial da integradora, com potência do sistema (em kWp), lista de equipamentos, valor e prazo de instalação.
- Dados da empresa: CNPJ, conta e, em alguns casos, comprovante de que ela atua no ramo.
- Comprovante de que o imóvel é seu ou autorização do dono, porque o sistema fica no telhado ou no terreno.
- Conta de luz recente e seus documentos pessoais, para a análise de crédito.
Como a carta paga a integradora
A administradora paga direto à integradora. Em muitos casos o pagamento é feito em etapas: uma parte na compra dos equipamentos e o restante após a instalação, comprovada por nota fiscal e, às vezes, por fotos ou termo de entrega. Outras administradoras pagam o valor total na apresentação da nota. Se o sistema custar menos que a carta, a sobra pode ser usada em outro bem ou serviço ou abater parcelas, conforme o contrato. Se custar mais, você paga a diferença à integradora.
Consórcio x financiamento de energia solar
Bancos e cooperativas têm linhas próprias de financiamento solar. Elas instalam o sistema logo, mas cobram juros. Veja um exemplo com um sistema de R$ 30 mil.
| Exemplo (R$ 30 mil) | Parcela | Prazo | Total pago | Custo além do valor |
|---|---|---|---|---|
| Consórcio, 20% de taxas no total | R$ 600 | 60 meses | R$ 36.000 | R$ 6.000 |
| Financiamento solar, hipótese de 1,8% ao mês | R$ 822 | 60 meses | R$ 49.306 | R$ 19.306 |
| Financiamento solar, hipótese de 1,5% ao mês | R$ 684 | 72 meses | R$ 49.265 | R$ 19.265 |
São exemplos. As taxas de juros são hipóteses para comparar, e o consórcio pode ter reajuste e seguro. No financiamento, a economia na conta de luz começa no mês seguinte à instalação e ajuda a pagar a parcela. No consórcio, a economia só começa depois da contemplação. Por isso a conta justa compara o custo total mais a economia que você deixa de ter enquanto espera. Peça à integradora a estimativa de economia mensal e faça a sua simulação no comparador consórcio x financiamento. Veja também consórcio ou financiamento.
Exemplos de uso na prática
- Família com conta de luz alta: entra num grupo de 60 meses e, com uma reserva, dá lance nos primeiros meses. Depois da instalação, a economia na conta ajuda a pagar as parcelas restantes.
- Padaria ou mercado: geladeiras e fornos ligados o dia todo pesam no custo fixo. A empresa usa a carta no CNPJ para um sistema maior no telhado.
- Produtor rural: instala um sistema em solo para a irrigação e o bombeamento de água, reduzindo o custo de energia da produção.
- Quem vai construir: já planeja o sistema junto com a obra e escolhe a data de instalação para depois do telhado pronto.
Quanto de carta escolher: como dimensionar o sistema
O tamanho do sistema depende do seu consumo mensal de energia, que aparece na conta de luz em kWh. A integradora faz o cálculo da potência necessária e do número de placas. A carta deve cobrir a proposta completa. Veja três perfis ilustrativos, com parcela calculada com 20% de taxas no total, sem seguro e sem reajuste:
- Casa com consumo médio: proposta de R$ 20 mil, carta de R$ 20 mil em 60 meses, cerca de R$ 400 por mês.
- Casa com ar-condicionado e piscina: proposta de R$ 30 mil, cerca de R$ 600 por mês em 60 meses.
- Comércio ou propriedade rural: proposta de R$ 80 mil, cerca de R$ 1.600 por mês em 60 meses.
Os valores servem só para mostrar a conta. Peça a proposta antes de escolher a carta e, se estiver em dúvida, deixe uma pequena folga para ampliar o sistema ou cobrir aumento de preço dos equipamentos.
Quem pode fazer e como é a análise
Pessoas físicas com CPF e empresas com CNPJ podem participar. Na contemplação, a administradora faz a análise de crédito, para conferir se o titular consegue pagar as parcelas restantes, e verifica a proposta e o imóvel onde o sistema será instalado. Em algumas cartas de imóvel, o próprio imóvel pode ser pedido como garantia do saldo. Quem tem restrição no nome pode ter dificuldade nessa fase; leia consórcio com nome sujo.
Depois da instalação, a integradora pede a conexão à distribuidora. Só depois da troca do medidor a geração começa a abater a conta. Esse prazo varia, então pergunte à empresa quanto tempo leva na sua região.
Estratégia de prazo e lance
- Lance para antecipar: como cada mês sem o sistema custa uma conta de luz cheia, dar lance costuma compensar mais aqui do que em outros serviços. Veja lance no consórcio.
- Lance embutido: alguns grupos permitem usar parte da carta como lance; escolha uma carta maior para cobrir o sistema. Entenda em lance embutido.
- Prazo: 36 a 60 meses são os mais comuns. Se a economia mensal estimada for parecida com a parcela, depois da contemplação o sistema praticamente se paga.
- Empresa: CNPJ também pode participar. Veja consórcio para empresa.
Cuidados antes de assinar
- Peça duas ou três propostas de integradoras e confira a potência, a marca dos equipamentos e a garantia de fábrica dos painéis e do inversor.
- Confirme se a integradora aceita receber de administradora de consórcio.
- Pergunte em qual tipo de carta o grupo enquadra a energia solar e qual índice reajusta o crédito.
- Compare a taxa total e o fundo de reserva. Veja taxa de administração.
O Plano Carta compara grupos de várias administradoras pelo WhatsApp, com atendimento humano. Simule com o valor da proposta no simulador.
Quanto fica a parcela
| Carta de crédito | 36 meses | 60 meses | Total pago |
|---|---|---|---|
| R$ 15.000 | R$ 500 | R$ 300 | R$ 18.000 |
| R$ 30.000 | R$ 1.000 | R$ 600 | R$ 36.000 |
| R$ 60.000 | R$ 2.000 | R$ 1.200 | R$ 72.000 |
Exemplo ilustrativo: taxa de administração de 18% e fundo de reserva de 2% sobre a carta, divididos pelo prazo. Sem seguro e sem reajuste anual. As condições reais mudam de acordo com a administradora e o grupo.
Dúvidas sobre o consórcio de energia solar
Existe consórcio de energia solar?
Existe. A carta de crédito paga o sistema fotovoltaico completo, com painéis, inversor, projeto e instalação, direto à empresa integradora. Dependendo da administradora, ele entra como consórcio de serviços, de bens móveis ou de imóvel.
Consórcio de energia solar vale a pena?
Vale para quem não tem pressa ou tem lance. Num exemplo de R$ 30 mil, as taxas do consórcio somam cerca de R$ 6 mil, contra mais de R$ 19 mil de juros num financiamento solar com hipótese de 1,8% ao mês. Lembre de pôr na conta a economia na luz que você só tem depois da contemplação.
Como funciona o consórcio de energia solar?
Você escolhe uma carta com o valor da proposta da integradora, paga as parcelas e participa das assembleias. Ao ser contemplado, envia a proposta e os documentos, e a administradora paga a empresa, que instala o sistema.
Quanto fica a parcela de um consórcio de energia solar?
Como exemplo, uma carta de R$ 30 mil em 60 meses, com 20% de taxas no total, dá cerca de R$ 600 por mês, sem seguro e sem reajuste. Uma carta de R$ 20 mil no mesmo prazo fica perto de R$ 400 por mês.
O consórcio paga a instalação das placas solares?
Paga, se a integradora emitir a nota do sistema completo, com equipamentos, projeto e serviço de instalação. A homologação junto à distribuidora costuma estar incluída no contrato da empresa.
Energia solar fica em bens ou serviços?
Depende da administradora. Algumas enquadram como serviço, outras como bem móvel e outras como imóvel, porque o sistema fica preso ao telhado. O enquadramento muda as taxas e o índice de reajuste, então compare os grupos.
A economia na conta de luz paga a parcela?
Em muitos casos ajuda bastante, mas só depois da contemplação e da instalação. Peça à integradora a estimativa de economia mensal e compare com a parcela. Antes de contemplado, você paga a parcela e a conta de luz cheia ao mesmo tempo.
Consórcio ou financiamento de energia solar?
O financiamento instala já e a economia começa logo, mas cobra juros. O consórcio tem custo total menor e instala quando você for contemplado. Para quem tem lance ou não tem pressa, o consórcio tende a sair mais barato.
Dá para fazer consórcio de energia solar para empresa ou fazenda?
Dá. Empresas com CNPJ e produtores rurais podem usar a carta para sistemas em telhado, em solo, para irrigação ou bombeamento. A análise de crédito é feita no nome do titular da cota.
Como a administradora paga a integradora?
Paga direto à empresa, nunca a você. Em muitos grupos o pagamento é feito em etapas, uma parte na compra dos equipamentos e o restante depois da instalação comprovada por nota fiscal.
Preciso ser dono do imóvel para usar o consórcio de energia solar?
Normalmente a administradora pede comprovante de que o imóvel é seu ou uma autorização do proprietário, porque o sistema fica instalado no telhado ou no terreno. Quem mora de aluguel deve combinar com o dono antes.
Quer saber quanto fica a sua parcela?
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