
Consórcio de imóvel comercial
Consórcio de imóvel comercial para sala, loja, galpão ou ponto próprio, sem juros. Para empresa e investidor. Veja parcelas e simule grátis.
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- Sem juros
- Simulação grátis
- Atendimento humano
Sair do aluguel do ponto também é possível com consórcio. O consórcio de imóvel comercial serve para comprar sala, loja, consultório ou galpão sem juros, no CPF ou no CNPJ.
Para quem é o consórcio de imóvel comercial
O consórcio de imóvel comercial é para quem quer sair do aluguel do ponto, ampliar a estrutura da empresa ou investir em imóvel para alugar, sem pagar juros. Atende profissionais liberais (consultório, escritório, estúdio), comerciantes (loja e ponto de rua), indústrias e distribuidoras (galpão e barracão) e investidores que buscam renda de aluguel. Pode ser feito no CPF ou no CNPJ. Para empresa, veja também consórcio para empresa.
Compensa principalmente quando o aluguel atual é alto em relação à parcela e quando a empresa tem caixa para dar lance sem comprometer o capital de giro.
O que dá para comprar
- Sala comercial e consultório: em prédio comercial ou misto, com matrícula individual.
- Loja e ponto de rua: inclusive imóvel já alugado, em que o contrato de locação continua e você passa a receber o aluguel.
- Galpão e barracão: para indústria, logística ou depósito, com área construída averbada.
- Prédio inteiro ou andar corporativo: com cartas maiores ou com mais de uma carta somada, quando a administradora permite.
- Terreno para construir a sede: e, em seguida, a construção. Veja consórcio de terreno.
- Imóvel misto: casa com loja embaixo, por exemplo.
O que não dá ou exige cuidado
- FGTS: não pode ser usado em imóvel comercial. O lance é com recurso próprio ou embutido.
- Imóvel sem habite-se ou sem averbação da área construída: a avaliação considera só o que está registrado.
- Ponto comercial (luvas): a carta compra o imóvel, não o fundo de comércio nem as luvas do ponto alugado.
- Equipamentos e móveis da empresa: ficam fora da carta de imóvel.
- Galpão em área rural: pode exigir os documentos de imóvel rural. Veja consórcio de imóvel rural.
Documentação e análise
Na contemplação, a administradora analisa quem compra e o imóvel.
Do comprador
- no CPF: renda comprovada compatível com a parcela;
- no CNPJ: contrato social, faturamento, balanço ou declaração do contador, e documentos dos sócios. Muitas administradoras pedem um sócio como fiador ou devedor solidário.
Do imóvel
- matrícula atualizada, com área construída averbada;
- habite-se e, quando aplicável, auto de vistoria do Corpo de Bombeiros;
- certidões do vendedor e IPTU em dia;
- contrato de locação vigente, se o imóvel for comprado alugado;
- laudo de avaliação do engenheiro da administradora.
O imóvel fica alienado à administradora até o fim do grupo.
Como a carta é paga
Com a documentação aprovada, assina-se a escritura e a administradora paga o vendedor à vista. ITBI e registro ficam por sua conta, e em alguns grupos podem ser cobertos pela sobra da carta. Imóvel alugado é transferido com o contrato de locação, e o aluguel passa a ser seu a partir da escritura.
Consórcio ou financiamento comercial: exemplo
Financiamento de imóvel comercial não usa as regras do SFH. Os bancos aplicam juros livres, que costumam ser maiores que os do residencial, e prazo menor. Uma conta ilustrativa:
| Exemplo, sala de R$ 400 mil | Consórcio | Financiamento comercial (hipótese) |
|---|---|---|
| Taxas | 22% no total | juros de 14% ao ano, hipótese para o exemplo |
| Prazo | 200 meses | 120 meses, com 30% de entrada |
| Parcela | cerca de R$ 2.440 | perto de R$ 4.250 (Price) |
| Total pago | cerca de R$ 488 mil | perto de R$ 630 mil, somando entrada |
O financiamento entrega o imóvel já; o consórcio pede espera ou lance. Rode sua conta no comparador e leia consórcio ou financiamento.
A conta do investidor
Para quem compra para alugar, compare a parcela com o aluguel esperado. No exemplo acima, se a sala alugar por R$ 2.400 por mês depois da contemplação, o aluguel cobre quase toda a parcela, e o imóvel praticamente se paga. Considere vacância, condomínio, IPTU e manutenção, que ficam com o dono quando o imóvel está vazio. Leia consórcio como investimento.
Estratégias de lance e prazo
- Empresas com caixa costumam usar lance livre para antecipar e parar de pagar aluguel. Faça a conta do aluguel economizado versus o rendimento do caixa.
- O lance embutido preserva o caixa, mas reduz a carta.
- Duas cartas menores podem dar mais chances de contemplação que uma grande, quando a administradora permite somar na compra.
Teste valores na calculadora de lance e veja lance no consórcio.
Consórcio de imóvel comercial: como funciona, passo a passo
- Definição do uso: sede própria, ponto de venda ou imóvel para renda. Isso muda a carta e o prazo ideais.
- CPF ou CNPJ: decida em nome de quem a cota vai ficar. Depois da contemplação, trocar de titular exige transferência de cota.
- Adesão: assina o contrato com a administradora, paga a primeira parcela e concorre nas assembleias.
- Contemplação: por sorteio ou lance. Empresas com caixa costumam usar lance para antecipar.
- Análise e escritura: a administradora avalia o imóvel e o comprador e paga o vendedor à vista.
- Uso ou aluguel: você ocupa o imóvel ou passa a receber o aluguel, enquanto paga as parcelas até o fim do grupo.
Consórcio para sala comercial
A sala comercial é o imóvel comercial mais procurado no consórcio, por ter valor menor e liquidez boa em centros urbanos. Ela atende quem quer sair do aluguel do escritório ou do consultório e quem quer uma renda de aluguel com investimento mais baixo que uma loja. Na escolha, olhe vaga de garagem, valor do condomínio, taxa de ocupação do prédio e se a sala tem matrícula própria. Sala com habite-se e matrícula individual passa sem dificuldade na avaliação. Num exemplo de carta de R$ 250 mil em 200 meses com 22% no total, a parcela fica perto de R$ 1.525.
No CPF ou no CNPJ?
No CPF, a análise é mais simples e o imóvel fica no seu patrimônio pessoal. No CNPJ, o imóvel entra no ativo da empresa, as parcelas saem do caixa da empresa e a análise considera o faturamento. A escolha mexe com imposto e com sucessão, por isso vale conversar com o contador antes de assinar.
Erros comuns ao comprar imóvel comercial com consórcio
- Olhar só o preço: uma sala barata num prédio vazio pode ficar meses sem inquilino. Pesquise a ocupação da região.
- Ignorar o condomínio: em prédio comercial, o condomínio pode ser alto e reduz a renda líquida.
- Esquecer o zoneamento: nem todo endereço permite qualquer atividade. Consultório, restaurante e indústria têm exigências diferentes.
- Comprometer o capital de giro: usar todo o caixa no lance e deixar a empresa sem fôlego. Prefira um lance que a empresa aguente sem aperto.
- Não prever o reajuste: a parcela sobe uma vez por ano pelo índice do contrato. Na conta da renda, considere que o aluguel também deve ser reajustado.
Um bom imóvel comercial comprado com consórcio é o que tem demanda de inquilinos na região, documentação limpa e parcela que cabe no caixa, mesmo se o imóvel ficar alguns meses vazio.
Se ainda estiver em dúvida entre comprar o ponto ou continuar no aluguel, faça a conta com calma: some o aluguel que você paga hoje, projete os reajustes e compare com a parcela e com o total do consórcio no prazo escolhido.
Cuidados antes de assinar
- Confira na prefeitura se o uso pretendido é permitido no endereço (zoneamento e alvará de funcionamento).
- Em CNPJ, veja com o contador como as parcelas e a carta entram na contabilidade. Leia consórcio no imposto de renda.
- Some taxa de administração, fundo de reserva, seguro e reajuste anual.
- Não aceite promessa de contemplação em data certa.
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Quanto fica a parcela
| Carta de crédito | 180 meses | 200 meses | Total pago |
|---|---|---|---|
| R$ 150.000 | R$ 1.017 | R$ 915 | R$ 183.000 |
| R$ 400.000 | R$ 2.711 | R$ 2.440 | R$ 488.000 |
| R$ 800.000 | R$ 5.422 | R$ 4.880 | R$ 976.000 |
Exemplo ilustrativo: taxa de administração de 20% e fundo de reserva de 2% sobre a carta, divididos pelo prazo. Sem seguro e sem reajuste anual. As condições reais mudam de acordo com a administradora e o grupo.
Dúvidas sobre o consórcio de imóvel comercial
Existe consórcio de imóvel comercial?
Existe. A carta de imóvel serve para sala, loja, consultório, galpão e prédio comercial, no CPF ou no CNPJ. É regulada pela Lei 11.795/2008 e fiscalizada pelo Banco Central, como qualquer consórcio.
Consórcio de imóvel comercial vale a pena?
Vale a pena quando você pode esperar a contemplação ou tem caixa para lance, e quando a parcela fica perto do aluguel que você paga ou receberia. Num exemplo de sala de R$ 400 mil com 22% de taxas, o total fica perto de R$ 488 mil, sem juros.
Quanto fica a parcela de um consórcio de imóvel comercial?
Depende da carta e do prazo. Num exemplo de carta de R$ 400 mil em 200 meses com 22% no total, a parcela fica perto de R$ 2.440. Para R$ 1 milhão no mesmo prazo, perto de R$ 6.100.
Empresa pode comprar imóvel comercial por consórcio?
Pode, com CNPJ. Na contemplação, a administradora analisa faturamento, balanço e documentos dos sócios, e muitas pedem um sócio como devedor solidário. O imóvel fica alienado à administradora até o fim do grupo.
Posso usar o FGTS em imóvel comercial?
Não. O FGTS só vale para imóvel residencial para sua moradia. No comercial, o lance é com dinheiro próprio ou com parte da carta, pelo lance embutido, quando o grupo permite.
Dá para comprar imóvel já alugado com consórcio?
Dá. O contrato de locação continua e você passa a receber o aluguel a partir da escritura. A administradora pode pedir o contrato de locação na análise do imóvel.
Consórcio serve para comprar galpão?
Serve. Galpão e barracão entram na carta de imóvel, desde que tenham matrícula regular e área construída averbada. Galpão em área rural pode exigir também os documentos de imóvel rural, como CAR e CCIR.
Dá para comprar sala comercial em outra cidade?
Dá. A carta vale para imóvel comercial em qualquer cidade do Brasil, desde que passe na avaliação e tenha documentação em ordem. Isso ajuda investidores que buscam praças com aluguel melhor.
Consórcio de imóvel comercial é bom investimento?
Pode ser, se o aluguel esperado cobrir boa parte da parcela depois da contemplação. Na conta, inclua vacância, condomínio, IPTU e manutenção. Num exemplo de sala de R$ 400 mil, um aluguel de R$ 2.400 cobre quase toda a parcela de R$ 2.440.
A carta compra o ponto comercial ou as luvas?
Não. A carta compra o imóvel, com matrícula e escritura. Luvas, fundo de comércio, equipamentos e móveis da empresa ficam fora do consórcio de imóvel.
Posso construir a sede da empresa com consórcio?
Pode. A carta compra o terreno e, em muitos grupos, paga a construção por etapas, com projeto aprovado e alvará. Confirme no contrato se terreno e obra podem ser feitos com a mesma carta.
Quer saber quanto fica a sua parcela?
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